sexta-feira, 21 de novembro de 2008

INTUIÇÃO? OU, O SEXTO SENTIDO?

Para o homem comum, “Intuição” é um dom com que se nasce. Enquanto que para os supersticiosos, “Intuição” tem qualquer coisa de místico e de sobrenatural. Pelo que o conceito de “Intuição” tem diferentes maneiras de compreensão, dependendo da vivência de cada um.
Á partida, não precisamos de ser mágicos, médiuns, ou possuidores de fórmulas e poderes sobrenaturais para termos a capacidade de intuir, uma vez que basta, no dia a dia, estarmos atentos e de mente aberta a tudo o que acontece e nos rodeia.

Muitos de vós, provavelmente, já tiveram aquele “clarão” que os iluminou para a solução de uma difícil decisão, ou já tiveram aquela sensação de que "alguma coisa no vosso interior vos disse" para agirem desta ou daquela maneira. Se já tiveram estas sensações, podem crer que estas foram manifestações da vossa “Intuição” e, não obra do “Além”.

Por exemplo, se tivermos a “Intuição” de que vai ocorrer um acidente, esta “Intuição” resulta apenas de um conhecimento interno sobre possibilidades, não significa que de facto vai ocorrer um acidente. Por sua vez, se esta “Intuição” estiver associada ao medo, então passámos a ter um pressentimento e não uma “Intuição”. Porém, se tivesse ocorrido algo de ocasional e diferente do habitual, como por exemplo, um atraso do transporte para o aeroporto, ou no bar deste, o derrame acidental de uma chávena de café na roupa, e se a este incidente fosse interpretado que era um sinal para não viajarmos, então tratava-se de um presságio. E, um presságio, é precisamente o contrário de “Intuição”, uma vez que o “presságio” não comporta nenhum fundamento lógico. Pois, baseia mais em medos e em superstições do que em conhecimentos e em factos observados.


Qual é a Conceitualização e a Importância da “Intuição

Não é fácil conceituarmos “Intuição”. Se consultarmos o dicionário Universal da Língua Portuguesa, da Texto Editora, encontraremos algo do tipo: “acção de intuir; discernimento; pressentimento;visão beatífica; percepção directa, clara e imediata de uma verdade, sem o auxílio do raciocínio”. E, através desta conceitualização, fica-nos a impressão de que “Intuição”, “pressentimento” e “presságio”, são tudo a mesma coisa, pois vêem o fenómeno da mesma maneira. Então, resta-nos analisar a origem da palavra “Intuição”, para chegarmos a uma conceitualização mais fidedigna com o fenómeno. Ora bem, sabemos que a palavra “Intuição” vem do latim intuire, que significa "ver por dentro". Todavia, pelo exemplo dado, verificámos que o conceito de “Intuição” é muito mais vasto do que o conceito associado à palavra, uma vez que como foi descrito, este varia de acordo com a linha de pensamento. Por conseguinte, se recorrermos ainda ao exemplo dado, podemos conceitualizar que “Intuição” é algo que nos é revelado subitamente, e de forma inconsciente, o que nos dá a ilusão de que “Intuição” é atemporal e metafisico, quando na realidade tratou-se apenas da conclusão súbita de algo que já estava pensado num processo lógico e muito bem definido.

Quanto à importância da “Intuição”, mesmo tendo como pressoposto que é um acto gerado na base num fundamento lógico, não quer dizer que esta esteja sempre certa. Pelo que deve ser encarada, como mais uma forma de prevermos possibilidades. No entanto, por condensar uma série de conhecimentos, podemos considerar a “Intuição” como uma forma de encontrarmos soluções, com uma grande probabilidade de estarem certas. Aliás, podemos reconhecer a importância de termos a capacidade de intuir, em muitos aspectos da vida, nomeadamente, na ciência positivista, uma vez que circulam muitas histórias sobre teorias científicas, que tiveram o seu inicio a partir de uma “Intuição”, para, num segundo momento, serem testadas pelo método científico, o que não deixa de nos surpreender, uma vez que a “Intuição” é gerada por um processo eminentemente interno e, por conseguinte, não pode ser estudada pelo método científico convencional. Na verdade, “Intuição” é um fenómeno mais concentâneo com o estudo filosófico, e não pelo estudo reservado à ciência positivista, a qual só admite como “verdades”, aquelas que foram observadas e analisadas objetivamente.

Por outro lado, temos que ter em consideração, que as emoções são o meio etéreo por onde vagam as nossas “Intuições”. A raiva, a angústia, a ansiedade, a tristeza, formam barreiras que impedem o livre trânsito das soluções intuitivas que todos possuímos, uns mais, outros menos. Para conseguirmos entender o que a “Intuição” nos diz, precisamos calar o “ruido” que as emoções negativas nos produzem. Com o espírito tranquilo e a autoconfiança em ação, podemos não só compreender a nossa linguagem intuitiva, como também podemos desenvolver a devida coragem para seguirmos os nossos próprios instintos.

Escolher uma atitude positiva frente à vida. Acreditar sempre que é possível a superação de todos os obstáculos. Entre diferentes emoções eleger a mais criativa e confiante. As conseqüências dessas atitudes só poderão ser uma vida mais rica, feliz e plena.

O Segredo da Felicidade

Assim como uma pequena planta deve enfrentar muitos obstáculos antes de se transformar numa árvore, nós precisamos experimentar muitas dificuldades no caminho da felicidade absoluta. (Nitiren Daishonin).




O Poema de Fernando Pessoa “A felicidade exige valentia” define claramente como devemos procurar a Felicidade, e como esta se transforma numa Viga Mestre da Maçonaria, ora vejamos o que nos diz o grande Mestre:

"Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes mas, não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo, e posso evitar que ela vá à falência.

Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise. Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história.

É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida. Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um "não". É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.

Pedras no caminho?
Guardo todas, um dia vou construir um castelo..."

Através deste belo poema podemos caracterizar que a Felicidade, é o culminar duma caminhada na busca dum oásis, algures no deserto da nossa vida. Para encontrarmos esse mítico paraíso, onde reina a Felicidade, só dependerá da nossa capacidade para absorvermos as nossas frustrações, desventuras, e amargos da vida, que como armadilhas, ou como provas, nos surgem a cada passo dessa nossa incessante caminhada.

Sem dúvida, que como afirma o Mestre Fernando Pessoa, precisamos duma certa dose de valentia para viver, para atravessar os desertos, as montanhas, os fossos cheios de armadilhas que nos surgem no caminho. Mas, precisamos ser ainda mais corajosos e mais valentes para não nos deixarmos esmorecer, magoar e aceitarmos viver, pois por mais triste que seja a nossa vida, maior tristeza será não viver.

Claro que muitas das desventuras e muitos amargos na nossa vida, seriam evitáveis, se nas inter-relações entre os Homens prevalecesse como código de conduta a nobreza do carácter, a verticalidade do gesto, e o respeito pela dignidade humana. E, se a estes valores se associasse a sincera fraternidade e a verdade absoluta, aquela que é ensinada na Arte Real, então, a Felicidade dos Homens seria uma realidade mais concreta e mais duradoura.

Contudo, perante o tempo de uma vida, somos injustos ao considerar que existem somente interstícios de Felicidade. Quando na realidade esta está sempre presente nas nossas vidas e é muito real, só que por nossa distracção, não nos damos conta da sua presença, porque geralmente nos acompanha com “outras coisas menores”, que por atribuirmos a estas mais atenção, não nos damos conta que aquela está muitas das vezes ao nosso lado, e incrivelmente não a vemos. Só nos apercebemos da sua existência quando a perdemos.

Na verdade, podemos considerar que a Felicidade é como se fosse uma essência perfumada, que não podemos borrifar nos outros, sem que algumas gotas desse orvalho nos caia em cima. E, só por esta razão, o Homem poderia ser tão feliz quando o desejasse, dado que está na sua mão, a iniciativa de borrifar os outros com esse sublime perfume, com a certeza, que algumas dessas milagrosas gotas de Felicidade também nele cairão.

Porém, diz-nos a Sabedoria antiga, que embora a Felicidade dependa, em parte, do nosso comportamento, ela também depende do factor sorte, da saúde, da posição social, do país onde se nasce, etc., ou seja, depende de factores condicionantes que não são por nós controláveis, factores que o realizador do filme “o Rico e o Pobre” muito bem soube caracterizar.

Contudo, apesar das condicionantes não controláveis e do acaso poder determinar a Felicidade do Homem, existe uma fórmula alquímica para a transmutar em cada um de nós. E, o auto-conhecimento das suas variáveis, poderá ser a chave que procuramos para a conquistar. Ora vejamos pela decomposição das suas variáveis, quanto está nas nossa mãos o poder de conquistarmos a tão almejada Felicidade:

· Devemos reduzir os nossos desejos ao mínimo, para que obtenhamos a máxima concretização e com esta a máxima satisfação;

· Devemos desejar somente o que depende de nós;

· Devemos a todo o custo procurar o bem-estar do nosso corpo e o bem-estar da nossa mente, uma vez que este está indissoluvelmente ligado à Felicidade que possamos vir a sentir;

· Devemos procurarmos estar Activos e sermos úteis à sociedade onde nos integramos, uma vez que a actividade e o sentimento de utilidade produzem sentimentos positivos de modo quase automático e duradouro;

· Devemos, evitar manifestar emoções negativas, tais como a cólera, a angústia, a inveja e a tristeza, dado que ficam mais fortes quando as extravasamos;

· Devemos controlar o nosso destino.

Sem dúvida que estas são algumas das variáveis condicionantes e indispensáveis para se alcançar a Felicidade. Pelo que numa criteriosa análise verificamos que muito do nosso comportamento é reflectido em nós, como se fosse uma característica da nossa vida interior. Pelo que dominando as principais variáveis da mágica formula, alcançamos um estatuto de equilíbrio emocional e Paz Interior, e com este estatuto a Felicidade. Pois, a Felicidade não é mais que o reflexo do nosso mundo interior. E, ao compreendermos esta verdade, alcançamos a universalidade em tudo o que sentimos, pensamos e fazemos. O Homem que sabe administrar com firmeza o seu interior será senhor de si mesmo.

Por outro lado, sendo a saúde um factor essencial à Felicidade, uma vez que se não formos saudáveis dificilmente poderemos ser felizes, existe uma outra saúde que é ainda mais importante para se alcançar a Felicidade do que a física, que é a saúde mental, aquela que proporciona o equilíbrio psicológico essencial para se atingir a verdadeira Felicidade.

Na verdade, toda a nossa vida é marcada por sobressaltos nas nossas relações com os outros. Pelo que se a nossa prática diária de comportamento for deficitário, a nossa vida interior será de certo afectada, e por conseguinte a saúde mental não será a melhor, logo não poderemos ser Felizes. Pelo que para sermos de facto Felizes, temos que ser para além de intrépidos e dominadores nas nossas vontades, valentes a decidir e a optar, o que exige valentia, deixando para o Tribunal da nossa Consciência o julgamento das nossas acções.

Todavia, para além da mágica fórmula nos conduzir à Felicidade, ela reconcilia-nos também com a mais antiga tradição filosófica, dado que nos conduz à Sabedoria através da palavra, do raciocínio e do conhecimento. E, com Sabedoria, não só tomamos nas nossas mãos a nossa própria Felicidade, como com a urbanidade que a esta está associada, preparamos as gerações futuras para poderem viver e gozar uma vida plena de realização e de Felicidade, enaltecendo um passado, feito por homens livres e de bons costumes.

O Poder da Vontade, a Perseverança e a Força do Querer

Quaisquer que sejam os objectivos que se queira alcançar na vida, para se ter sucesso, é necessário saber desenvolver o esforço consciente, com o qual se encontra o entusiasmo, a orientação para o objectivo, e a conexão com a vontade Divina. Aliás, sendo o Homem um ser criado à imagem e à semelhança de Deus, dispõe geneticamente do “Poder da Vontade” para dominar a sua mente, a fim de impedir que os desejos manifestamente indesejáveis e impróprios venham a expressar-se em pensamento, em palavras ou em acções. Na verdade, é com este Divino poder, que o Homem consegue alcançar a supremacia da mente sobre o seu coração, uma vez que é com este grande poder que ele trava, tempera e racionaliza as paixões que ardem no seu coração.

Todavia, apesar da sabedoria lhe incutir a ideia que caminha para a essência Divina, uma mensagem que lhe vem sendo cultivada em múltiplas gerações de Homens, uma teimosa e silenciosa voz, fala-lhe constantemente ao coração, alertando-o para o facto de para além de caminhar para essa subtil essência, nesta dimensão e nesta Vida, ele é apenas um Homem. Pelo que consciente desta verdade, o seu Eu passa a recear não ter tempo para alcançar tudo quanto nesta Vida gostaria de abraçar, admirar e apreciar, atormentando-o inutilmente com interrogações de quando e como se processará o seu fim.

Porém, apesar de confuso, o Homem está consciente da sua verdadeira missão neste Mundo, que é o de dominar e subjugar os quatro elementos, nas suas diversas naturezas, através de uma prática constante de auto-conhecimento e auto-domínio. Na verdade, esta Alquimia na sua mais elevada plenitude é a Grande Obra Divina, que no início da criação lhe fora outorgada por Deus.

Num antigo texto prescrito por Hermes, é descrito que o domínio do “Poder da Vontade” pode afastar as trevas, vence tudo o que é subtil, e penetra em tudo o que é sólido, já que Tudo é uma coisa só. Através deste ensinamento do grande Hermes, adquirimos o conhecimento que foi através do “Poder da Vontade” de Deus, que Aquele criou o Universo e todas as coisas que pairam e habitam nos muitos corpos celestiais, que são os centros geradores de Vida. Por outras palavras, é através deste hermético ensinamento, que sabemos que foi através do Verbo Divino, ou a “Força da Vontade” de Deus, que o cosmo e toda a Vida nele existente, foi criada com o Fiat Lux (Faça-se a Luz) da criação. Também, pelas ciências herméticas sabemos, que no Plano Divino, Tudo se cumpre através dos quatro elementos presentes em toda a Natureza, os quais são divinizados ou entronizados pelo Homem. Pelo que destes ensinamentos retiramos que é através da “ Força de Vontade”, poder que nos foi doado por herança Divina, que Tudo se realiza e Tudo se concretiza.

Assim, dado que temos o maravilhoso poder Divino para criar, tal como Ele, então podemos criar tudo aquilo que imaginamos ou que sonhamos, seja para o Bem, seja para o mal. E, porque temos esse maravilhoso dom Divino de criar, então podemos considerar também, que temos a virtude preliminar capaz de sustentar o Templo da nossa vida moral, onde adquirimos energia para o combate aos vícios e às iniquidades humanas. Aliás, por possuirmos esta sublime virtude, obtida através dum processo de evolução lento e contínuo, um dia dominaremos a Arte Real. E, logo que tenhamos o perfeito domínio desta sublime Arte, então, estaremos em condições para colaborar com o Criador na concretização da sua Grande Obra, transformando-nos deste modo em deuses em potência e em acção.

Contudo, para o Homem realizar a Obra que lhe fora outorgada, não lhe basta ter somente o Divino poder da “Força de Vontade”. Pois, há Homens que canalizam todas as suas energias para a realização dos seus projectos, à partida, cheios de bons ideais e boas intenções, mas que por ignorarem o rumo que devem seguir para os concretizar, dispersam-se e acabam por ser vencidos nas suas boas intenções. Pelo que a existência duma Inteligência Cultivada, será muito útil para a sua concretização, e torna-se num precioso auxilio para o triunfo da “Força de Vontade”.

Porém, o Homem que quer triunfar na Vida tem que ser também “Perseverante” e determinado, uma vez que o Homem Perseverante finaliza sempre o trabalho a que se comprometeu. E, porque o Homem Perseverante, é ao mesmo tempo racional, por isso, sabe reconhecer as fronteiras dos seus limites, subordinando-se sem contestações a estes, não se sobrecarrega com preocupações e inúteis ansiedades. Logo, está mais disponível para o essencial. Por outro lado, o Homem Perseverante, também é confiante, o que o leva a enfrentar os desafios que lhe aparecem com muita determinação, optimismo, e bom humor.

Claro que para se ser Perseverante e Determinado, é necessário ter uma “Vontade Activa” interior forte e indomável, que também é um dom herdado de Deus. Contudo, é uma qualidade que se pode cultivar, através da obtenção de quatro factores de realização, são eles:

· Aspiração;

· Firmeza de Ânimo;

· Alegria, e;

· Descontracção.

Com a Aspiração, o Homem desenvolve a indispensável motivação para atingir os objectivos que planeou, ao mesmo tempo que desenvolve o indispensável auto-domínio e a necessária paz interior para a execução desses mesmos objectivos;

Com a Firmeza de Ânimo, o Homem consegue a estabilidade que lhe permitirá realizar os seus propósitos;

Com a Alegria, o Homem obtêm a satisfação, a disposição e a necessária leveza do espírito para a conclusão da tarefa a que se propôs;

Com a Descontracção, o Homem para além de conseguir obter a espontaneidade, obtêm também a tranquilidade e a indispensável confiança nas suas capacidades. E, como a descontracção gera sempre boa disposição, será através deste factor, que ele transmitirá aos demais que está em paz consigo próprio e com o Mundo! Numa mensagem profética de que Deus está dentro de si, e que por Ele a todos saúda, ao mesmo tempo que dele transfere Deus para todos que com ele cruzem!
Por outro lado, podemos considerar que a “Força do Querer”, é o poder determinante para a concretização de qualquer objectivo. Aliás, podemos encontrar esta Força descrita em antigas crónicas de feitos bélicos. E, duas crónicas hão em que a “Força do Querer” foi determinante para influenciar a História: a do Almirante Nelson, na batalha de Trafalgar, e a do General Wellington na batalha de Waterloo, uma vez que em ambas, quando tudo aos seus comandantes parecia perdido. Quando tudo parecia indicar o fim. A vitória sobre as forças adversárias tornou-se numa estonteante realidade somente porque esteve latente no campo de batalha a “Força do Querer”.

Com estes dois exemplos da história, devemos deles retirar a lição, que nunca nos devemos render ao fracasso e ao pessimismo como arautos da desgraça. E, que para triunfarmos na Vida, temos que ter a “Força do Querer”. Para concretizarmos a Grande Obra que por Deus nos foi outorgada, temos que ter “Perseverança”. E, para sermos deuses em potência e em acção, temos que ter o Divino poder da “Força de Vontade”.