O homem quando se liberta da escravidão dos seus desejos redime o seu espírito, pois liberta-se de todo o erro e de todo o vício, algozes da sua vontade. É como se levasse à sua consciência a luz, que ilumina e põe a nu todos os obscuros recantos desta, purificando-a.
Na verdade, a ausência de domínio da vontade, representa a vitória do mal sobre o bem e, em boa verdade, todo aquele que sucumbe ao poder da escuridão, acaba por se tornar ignorante e escravo de si mesmo, dando desta forma continuidade à história iniciática do homem que se transforma em servo da vontade dos seus desejos.
Sucumbir a toda a espécie de materialidades e desejos, significa tornar-se escravo do mundo e de tudo que nele existe. Porque ser escravo é deixar de ser senhor de si mesmo, para se tornar servo dos desejos obscuros da mente, o que significa perder-se para o espírito e por conseguinte, para a sua própria divindade. Pelo que ser escravo, significa tornar-se um espectro perante Deus e, nada mais do que uma sombra desprovida de divindade.
Na verdade, a ausência de domínio da vontade, representa a vitória do mal sobre o bem e, em boa verdade, todo aquele que sucumbe ao poder da escuridão, acaba por se tornar ignorante e escravo de si mesmo, dando desta forma continuidade à história iniciática do homem que se transforma em servo da vontade dos seus desejos.
Sucumbir a toda a espécie de materialidades e desejos, significa tornar-se escravo do mundo e de tudo que nele existe. Porque ser escravo é deixar de ser senhor de si mesmo, para se tornar servo dos desejos obscuros da mente, o que significa perder-se para o espírito e por conseguinte, para a sua própria divindade. Pelo que ser escravo, significa tornar-se um espectro perante Deus e, nada mais do que uma sombra desprovida de divindade.
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